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GASTRONOMIA

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BELA GIL AMPLIA A LISTA DE NOVIDADES GASTRONÔMICAS DA CIDADE MATARAZZO

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BELA GIL AMPLIA A LISTA DE NOVIDADES GASTRONÔMICAS DA CIDADE MATARAZZO

A Cidade Matarazzo, mais exatamente o Mata São Paulo, o open mall do complexo, não para de ganhar novidades. A mais recente delas é o Preta Maria, restaurante da Bela Gil que está em soft opening, com atendimento inicial das 19h às 22h. A casa presta homenagem à cantora Preta Gil e nasce com a proposta de valorizar as conexões entre as cozinhas africana e brasileira, resgatando ingredientes, técnicas e tradições que ajudaram a moldar a gastronomia nacional.

O cardápio traduz a trajetória de Bela Gil na defesa de uma alimentação baseada em vegetais, no uso de ingredientes brasileiros e em práticas sustentáveis. A chef afirma que o projeto levou três anos de pesquisa sobre a herança africana presente na culinária brasileira. Entre os pratos estão a moqueca de banana da terra, o capeletti de jaca com coulis de tomate e a pipoca de milho crioulo com dendê. O espaço, assinado por Guto Requena em parceria com Gabriela de Matos, combina materiais naturais, referências à ancestralidade africana e recursos tecnológicos para criar uma experiência imersiva.

A inauguração fortalece um polo gastronômico que já vinha ganhando destaque com o Lavva, comandado por Paulo Shin. Instalado na Cidade Matarazzo desde março, o restaurante propõe um encontro entre o churrasco coreano e o brasileiro. Nas mesas, grelhas típicas da Coreia do Sul dividem espaço com farofa, arroz de brócolis e pão de alho preparado em pão de vapor asiático. O menu tem como ponto alto os rituais do fogo, conduzidos pela equipe da casa, além de uma seleção de cortes de Wagyu e uma variedade de banchan, os tradicionais acompanhamentos coreanos.

O Preta Maria chega poucos meses depois da abertura do Mata Città, que rapidamente se consolidou como um dos maiores sucessos do complexo. Inaugurado no fim do ano passado, o restaurante chamou atenção pelos sete ambientes inspirados na dolce vita italiana das décadas de 1960 e 1970 e pela capacidade de atrair até 1.500 clientes por dia nas primeiras semanas de funcionamento. O conjunto de casas reforça a estratégia do complexo de reunir gastronomia, arquitetura e experiências capazes de transformar a Cidade Matarazzo em um dos principais destinos gastronômicos de São Paulo.